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Ameaças Inteligência Artificial Malware Phishing Ransonware

A aceleração digital pode levar a ameaças digitais de alto risco

Uma série de ameaças virtuais tem colocado as empresas e governos em alerta máximo. Ataques cibernéticos cada vez mais sofisticados envolvendo diferentes tipos de malwares (em especial o ransomware), phishing, inteligência artificial e aprendizado de máquina e criptomoeda colocaram dados e ativos de empresas, instituições governamentais e indivíduos em risco constante e elevado.

Em 2021, sofreu mais de 88,5 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos, um aumento de mais de 950% com relação a 2020 (com 8,5 bi), o 2º lugar em número de ataques na América Latina e Caribe, atrás apenas do México (com 156 bi).

Segundo o levantamento feito pela Infoblox, o prejuízo total associado ao ataque de ransomware atingiu US$ 20 bilhões em todo o mundo. O fato é que as empresas estão cada vez mais na mira dos criminosos: cerca de US$ 370 milhões em criptomoedas foram utilizados para o pagamento de resgates com este tipo de ataque somente em 2020.

Além disso, as empresas, através dos seus setores de tecnologia, continuam sofrendo com a grave escassez de profissionais e especialistas em segurança cibernética, o que nos alerta que os riscos são ainda maiores, já que a epidemia de crimes cibernéticos é constante e pode até abalar importantes instituições como a democracia e privacidade pessoal. 

Estima-se que atualmente tenhamos um déficit de 408 mil postos de trabalho, com perdas se acumulando na casa dos R$ 167 bilhões, de acordo com a Softex, organização social voltada ao fomento da área de TI.

Identificar lacunas de segurança e conformidade devem ser prioridade

A magnitude das equipes de tecnologia e segurança para realizarem a busca por vulnerabilidades, juntamente com a lacuna de habilidades de segurança cibernética, impossibilita identificar e corrigir cada vulnerabilidade em sua arquitetura de TI. 

Em vez disso, os especialistas precisam identificar seus ativos prioritários, aqueles que efetivamente podem causar sérios danos aos negócios se forem comprometidos, e se concentrar em garantir que sejam atualizados e protegidos regularmente. 

Um ativo de baixo risco e camadas de negócio considerados de baixa relevância operacional não podem gastar o tempo dos esforços de segurança e proteção de ativos considerados mais críticos, a exemplo de aplicativos que contenham dados do cliente e informações de pagamento, por exemplo.

Os mecanismos de proteção das empresas precisam se tornar ainda mais adaptáveis ​​quando um negócio se torna um ativo digital e se estende além dos limites de TI considerado tradicionais. 

Os padrões de segurança baseados em governança, gestão de risco e conformidade (GRC) devem ser aplicados em todas as operações digitais. Os padrões de negócio precisam mudar, uma vez que a função de funcionário ou departamento pode não ser protegida.

Muitos líderes empresariais falham em definir qual será o futuro de seus negócios com a transformação digital e como seus modelos de negócios irão evoluir no futuro para funcionarem adequadamente.

Compreender ativos de tecnologia e processos de negócio de maior prioridade é o primeiro passo para formular uma estratégia de segurança eficaz. Essencialmente, esta etapa permite que as equipes de segurança identifiquem quais controles e ferramentas devem ser implantados para proteger esses ativos de alto risco.